No sábado, dia 28 de março de 2026, a Primeira Igreja Batista Universitária do Brasil, no Rio de Janeiro, sob o lema “Um só corpo. Um só coração”, viveu uma noite histórica e profundamente significativa ao celebrar o Culto de Jubilação do Diácono Daniel Ribeiro Cruz, que alcançou a marca de 56 anos de ministério dedicados ao serviço cristão, especialmente no exercício do ministério diaconal.
Em um tempo marcado pela transitoriedade e pela fragilidade dos compromissos, a trajetória do diácono Daniel se destaca como um testemunho vivo de perseverança, fé e amor à obra de Deus. Seu ministério diaconal foi exercido com zelo, discrição e espírito servil, refletindo o verdadeiro significado do chamado ao diaconato: servir com humildade, cuidar da igreja e glorificar a Deus através de atitudes concretas. Inspirados pelas palavras de Josué — “Quanto a mim e à minha casa, serviremos ao Senhor” (Josué 24:15) —, familiares, amigos e membros da igreja se reuniram para render graças por uma vida que impactou gerações.
A celebração foi marcada por momentos de profunda emoção e reconhecimento. Instituições como o Ministério Diaconal local, a ADIBERJ Caxiense e a SIB em Gramacho (Acolher) prestaram homenagens que evidenciaram o legado construído ao longo de décadas de dedicação silenciosa e eficaz. Como afirmou o teólogo Dietrich Bonhoeffer, “A igreja só é igreja quando existe para os outros” — uma máxima que encontra eco na vida e ministério do homenageado.
A ministração da Palavra ficou a cargo do Pr. Theodomiro José de Freitas, da Primeira Igreja Batista em Pavuna, que trouxe uma mensagem firme e edificante, desafiando os presentes a uma vida de compromisso genuíno com o Reino de Deus.
A adoração foi conduzida com excelência e sensibilidade pelo Coro Cantares, Estela Cruz, Coro de Homens da ABC, Família Cruz e Ministério Diaconal, proporcionando um ambiente de reverência e gratidão, onde cada canção reforçava o valor de uma vida entregue ao Senhor.
Ao final, uma palavra pastoral reforçou que o ministério diaconal não se mede por visibilidade, mas por fidelidade. O exemplo do diácono Daniel Cruz nos ensina que servir é permanecer — mesmo quando não há aplausos, mesmo quando os desafios são grandes. Sua história nos lembra que Deus não procura os mais destacados, mas os mais disponíveis. Como escreveu Eugene Peterson, “Uma longa obediência na mesma direção” define aqueles que permanecem firmes em sua vocação.
Que sua trajetória continue ecoando como inspiração para as novas gerações, despertando homens e mulheres comprometidos com o serviço cristão, com o cuidado da igreja e com a glória de Deus.
A noite não foi apenas uma celebração de um marco pessoal, mas um testemunho coletivo de que vale a pena servir ao Senhor com dedicação, amor e perseverança.
Por: Pr. Carlos Alberto dos Santos
Pastor Presidente da Primeira Igreja Batista Universitária do Brasil
Secretário Executivo da Associação Batista Caxiense
Psicanalista Clínico e Jornalista
Duque de Caxias – RJ






